Tarcísio Motta cobra consenso do STF após julgamento da ADPF das favelas ser adiado

Decisão é fundamental para que as operações policiais respeitem os direitos da população

27 mar 2025, 13:47 Tempo de leitura: 1 minuto, 12 segundos
Tarcísio Motta cobra consenso do STF após julgamento da ADPF das favelas ser adiado

Na última terça-feira (26), o deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-Rio) acompanhou de perto o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da ADPF 635, conhecida como ADPF das favelas. Tarcísio estava ao lado de movimentos sociais e organizações da sociedade civil que, desde a manhã, participaram de atividades para reforçar a importância do caso para a população do Rio de Janeiro.

Como parte das ações do dia, houve uma coletiva de imprensa organizada pelo PSOL na Câmara dos Deputados, em parceria com os movimentos sociais, para dar visibilidade ao tema. À tarde, seguiram para o STF, onde o julgamento deveria ser retomado.

No entanto, o caso foi adiado. O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, informou no início da sessão que, devido ao julgamento da Primeira Turma que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro réu pela trama golpista, os ministros não conseguiram se reunir para alinhar um voto de consenso sobre a ADPF 635.

“Recebemos a notícia do adiamento com grande frustração, mas seguimos confiantes de que, na próxima quinta-feira, o STF apresentará um voto de consenso, sem divergências”, disse Tarcísio. O deputado acredita que essa decisão é fundamental para enviar uma mensagem clara ao Rio de Janeiro e ao país sobre a importância da segurança pública e da necessidade urgente de que as operações policiais respeitem os direitos da população.