Luciene Cavalcante aciona Ministério Público e cobra medidas após ataque contra professora em São José dos Campos
"A violência contra quem ensina precisa ser enfrentada com rigor. Os profissionais da educação têm direito a trabalhar com segurança, respeito e dignidade"
2 jul 2026, 17:27 Tempo de leitura: 1 minuto, 48 segundos
A deputada federal Professora Luciene Cavalcante adotou uma série de medidas após a grave denúncia envolvendo a professora Michele, da rede municipal de São José dos Campos, que teve um pedaço de vidro colocado em seu copo de água por um estudante durante uma aula.
Para a parlamentar, o episódio é mais um retrato da escalada da violência nas escolas e exige uma resposta firme do poder público para proteger os profissionais da educação.
Por meio do Coletivo Educação em 1º Lugar, formado também pelo deputado estadual Carlos Giannazi e pelo vereador Celso Giannazi, Luciene oficiou a Prefeitura de São José dos Campos cobrando providências imediatas para garantir um ambiente escolar seguro. Também acionou o Observatório de Violência contra Professores para acompanhar o caso e reforçar a adoção de medidas de proteção aos trabalhadores da educação.
A deputada ainda protocolou representação no Ministério Público solicitando a instauração de inquérito para apurar os atos infracionais praticados pelos estudantes, investigar eventual relação do caso com desafios criminosos disseminados pela internet e responsabilizar os envolvidos. Também pediu que o Ministério Público atue para garantir que a professora Michele não sofra qualquer prejuízo funcional ou financeiro, preservando seus direitos, sua classificação, atribuição de aulas e avaliação de desempenho.
Além disso, Luciene defende que a professora seja indenizada pelos danos sofridos, diante da responsabilidade do município em assegurar um ambiente de trabalho seguro e saudável para seus servidores. A parlamentar também cobra que a Prefeitura adote medidas efetivas para prevenir novos casos de violência nas unidades escolares.
Para Luciene Cavalcante, o ataque não pode ser tratado como um caso isolado. “A violência contra quem ensina precisa ser enfrentada com rigor. Os profissionais da educação têm direito a trabalhar com segurança, respeito e dignidade”, afirma.
A deputada informou que continuará atuando no Congresso Nacional para fortalecer a proteção aos educadores e ampliar as políticas de prevenção e combate à violência nas escolas.