Deputada Professora Luciene articula no Senado avanço do piso nacional do quadro de apoio da Educação

Texto prevê que o piso de não docentes, como merendeiras, inspetores, porteiros e auxiliares administrativos, seja equivalente a 75% do piso nacional do magistério

9 abr 2026, 18:43 Tempo de leitura: 1 minuto, 25 segundos
Deputada Professora Luciene articula no Senado avanço do piso nacional do quadro de apoio da Educação

A Deputada Professora Luciene tem intensificado a articulação no Senado Federal para garantir o avanço do Projeto de Lei 2531/2021, que institui o piso salarial nacional para os profissionais do quadro técnico e administrativo da educação básica pública.

Após a aprovação na Câmara dos Deputados, a proposta passou a tramitar no Senado, onde a deputada tem concentrado esforços políticos para acelerar sua análise. A estratégia inclui diálogo direto com parlamentares, reuniões com lideranças partidárias e a construção de apoio em torno da urgência da matéria.

As rodadas de conversa com senadores buscam reforçar a importância da valorização dos profissionais não docentes, como merendeiras, inspetores, porteiros e auxiliares administrativos. O texto prevê que o piso desses trabalhadores seja equivalente a 75% do piso nacional do magistério.

Além da articulação, a deputada também lançou uma plataforma de mobilização para ampliar a pressão popular sobre o Senado. A ferramenta permite que cidadãos entrem em contato diretamente com senadores que integram o Colégio de Líderes, solicitando a aprovação do projeto. O acesso pode ser feito pelo link: bit.ly/aprova2531.

A Deputada Professora Luciene Cavalcante também mantém interlocução com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, buscando viabilizar a tramitação da proposta em regime de urgência. Segundo a deputada, o objetivo é evitar que o projeto permaneça parado, como ocorreu em anos anteriores.

“O quadro de apoio é fundamental para o funcionamento das escolas. Estamos trabalhando para que esse reconhecimento se traduza em valorização concreta, com um piso salarial digno”, afirma.