Marcelo Freixo

 Do Rio de Janeiro

Marcelo Freixo foi criado no Fonseca, subúrbio de Niterói. A violência e a falta de atividades culturais no bairro o levaram a começar sua militância política. Na adolescência, se uniu a outros moradores para lutar pela instalação de cinema, teatro e biblioteca no bairro. Foi educador voluntário em presídios do Rio, num projeto coordenado pela socióloga Julita Lemgruber, cujo objetivo era ajudar presos a concluírem o ensino médio. Assim começou sua luta em defesa da cidadania.

Freixo aliou seu trabalho como educador, dando aula em escolas de Niterói, à luta em defesa dos Direitos Humanos. Neste período, ele foi assessor do então deputado estadual Chico Alencar, que presidia a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Seu primeiro mandato como deputado estadual, iniciado em 2007, foi marcado pela CPI das Milícias, uma luta contra o crime organizado. Em 2011, no seu segundo mandato na Alerj, Freixo presidiu a CPI do Tráfico de Armas e Munições. Também se destacou pela criação do Mecanismo e do Comitê de Prevenção e Combate à Tortura e do Cadastro Estadual de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, propôs a PEC que ampliou para seis meses a licença para o aleitamento materno das servidoras estaduais, acabou com o voto secreto para a cassação de mandatos, denunciou a fraude no auxílio-educação da Alerj e foi autor do pedido que resultou na cassação do deputado e ex-chefe de Polícia Álvaro Lins, acusado de lavagem de dinheiro. 

Em 2018, disputou pela primeira vez uma vaga no Congresso Nacional e foi eleito deputado federal, candidato de esquerda mais votado no Rio de Janeiro. O compromisso desse novo desafio continua sendo a redução das desigualdades e a promoção da cidadania, segurança e direitos humanos, em defesa da educação e do meio ambiente e contra a reforma da Previdência.

Saiba mais www.marcelofreixo.com.br

 

Foto: Luis Macedo / CD

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